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60% DAS PMEs FECHAM DEPOIS DE ATAQUE CIBERNETICO

POR QUE PROTEGER AS PMES É ESSENCIAL

Pequenas e médias empresas são muitas vezes o coração da economia, mas também estão entre os alvos mais vulneráveis no ambiente digital atual. Um levantamento recente da Grant Thornton mostra que incidentes de segurança podem ser fatais para negócios desse porte, com uma parcela relevante das empresas encerrando atividades poucos meses após um ataque grave.

O problema não é apenas tecnológico. Falta planejamento, visão de risco e, em muitos casos, a falsa sensação de que “isso só acontece com empresas grandes”. A seguir, estão cinco ações práticas que ajudam PMEs a reduzir riscos reais e aumentar sua capacidade de resposta.


1. FAÇA UM DIAGNÓSTICO CLARO E TENHA UM PLANO BÁSICO DE SEGURANÇA

Antes de investir em ferramentas ou serviços, a empresa precisa entender o que realmente importa proteger. Quais dados são críticos, quais sistemas sustentam a operação e onde estão as principais vulnerabilidades.

Sem esse diagnóstico, o investimento em segurança tende a ser reativo e mal direcionado. Um plano básico, mesmo simples, já cria ordem, prioridade e reduz decisões tomadas no improviso quando algo dá errado.


2. CONTRATE SERVIÇOS DE MONITORAMENTO GERENCIADO

Manter uma equipe interna de segurança 24 horas por dia é inviável para a maioria das PMEs. Serviços de monitoramento gerenciado surgem como uma alternativa prática, oferecendo vigilância contínua, detecção de ameaças e resposta rápida a incidentes.

Na prática, é melhor ter especialistas olhando o ambiente o tempo todo do que descobrir um ataque apenas quando o sistema para ou os dados já foram comprometidos.


3. INVESTIR EM TREINAMENTO CONTÍNUO — E REALISTA

A maior parte dos ataques começa com erro humano. Phishing, senhas fracas e cliques apressados continuam sendo portas abertas para invasões.

Treinamentos pontuais não resolvem. O que funciona são ações contínuas, com simulações reais de ataque, linguagem simples e foco no dia a dia do colaborador. Segurança precisa virar hábito, não evento anual.


4. GARANTA BACKUPS VÁLIDOS E CONSIDERE UM SEGURO CIBERNÉTICO

Ter backup não é o mesmo que conseguir restaurar dados. Muitas empresas só descobrem que o backup falhou quando já estão em crise. Testar periodicamente a recuperação é tão importante quanto fazer a cópia.

O seguro cibernético, ainda pouco adotado por PMEs, pode ajudar a absorver impactos financeiros e forçar a empresa a amadurecer seus processos de gestão de risco. Não elimina o problema, mas reduz o dano.


5. AUTOMATIZE ATUALIZAÇÕES E MONITORE VULNERABILIDADES

Grande parte dos ataques explora falhas conhecidas, para as quais já existem correções disponíveis. Automatizar atualizações, aplicar patches de segurança e usar autenticação multifator são medidas simples, baratas e extremamente eficazes.

Essas ações não exigem tecnologia sofisticada. Exigem disciplina e decisão.


CONCLUSÃO: AGIR ANTES É UMA ESCOLHA ESTRATÉGICA

Segurança da informação não é luxo nem paranoia. É gestão de risco. Para PMEs, adiar esse tema costuma sair mais caro do que enfrentá-lo de forma estruturada.

A pergunta não é se sua empresa será alvo, mas quando. A diferença entre sobreviver ou não a um incidente está diretamente ligada às decisões tomadas antes que ele aconteça.

Se quiser, posso ajustar o texto para o tom da sua marca, encurtar para LinkedIn ou transformar em uma série de posts educativos.

 
 
 

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